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XALA

Senegal, 1975, cor, 123min

Após a independência do Senegal, governantes africanos assumem o poder, mas nada parece realmente mudar. Um novo ministro, conhecido como El Hadji, se aproveita de um dinheiro recebido ilegalmente na posse para se casar com uma terceira mulher, para tristeza de suas duas primeiras esposas e ressentimento de sua filha nacionalista. Porém, ele descobre em sua noite de núpcias ter sido afetado por um feitiço que lhe causou impotência, não podendo consumar o casamento.

Direção e Roteiro: Ousmane Sembène

Produtora: Société Nationale de Cinématographie, Filmi Doomireew

Produção: Paulin Vieyra

Fotografia: Georges Caristan

Montagem: Florence Eymon

Música: Samba Diabaré Samb

Elenco: Thierno Léye, Miriam Niang, Seune Samb, Makhouradié Guèye, Douta Seck, Younouss Seye, Fatim Diagne, Dieynaba Niang, Farba Sarr, Iliamane Sagna

Nesse filme, Sembène faz uma feroz crítica à sociedade senegalesa na segunda década após a independência, sobretudo aos governantes do país. Por esse motivo, sofreu diversos cortes antes de ser lançado. Seleção do Festival Internacional de Moscou, em 1975. Eleito o filme nº 83 na lista “The 100 Best Film of World Cinema” da revista Empire, em 2010.