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EU, UM NEGRO

Moi, un noir. Costa do Marfim/França/Níger, 1958, cor, 72 min

Essa “etnoficção” gira em torno de um grupo de jovens nigerianos que buscam trabalho na capital da Costa do Marfim. O herói, que conta sua própria história, se autodenomina Edward G. Robinson, em homenagem ao ator americano de nome igual. O mesmo ocorre com seus amigos, apelidados de Tarzan, Eddie Constantine…

Direção e Fotografia: Jean Rouch

Produtora: Les Films de la Pléiade

Produção: Pierre Braunberger

Montagem: Marie-Josèphe Yoyote e Catherine Dourgnon

Som: André Lubin e Radio Abidjan

Música: Yapi Joseph Degré, Maryam Touré, N’Dyaye Yera, Amadou Demba

Elenco: Oumarou Ganda, Petit Touré, Alassane Maiga, Amadou Demba, Seydou Guéde, Karidyo Daoudou e Mademoiselle Gambi

Eu, um negro foi pensado e elaborado conjuntamente pelo cineasta francês Jean Rouch e por personagens reais do cotidiano africano. Marca uma transição entre os filmes realizados por estrangeiros na África e os primeiros diretores do continente.